Uma historia poético, subtil e encantador, o conto do avo e o neto abre os nossos olhos para os outros mundos que coexistem com, e dentro, do nosso. O Mia Couto faz-nos relembrar as maravilhas do imaginação.
Ao ler este linguagem inspirado e expressivo, contextualizado por experiencia, prenhe de imaginação e visão, o leitor fica pasmada nas descrições da vida cotidiana que com forca mínima levam a alma nas alturas de infância.
Para um estudante da língua Portuguesa que não sempre consegue falar tomando conta as regras gramáticas da língua, e mistura com facilidade os significados das palavras, isto é uma maravilha. Sacudindo a terra firma abaixo da vida diária, Mia Couto revela as inovações da fala que não são bem correctas, mas ao mesmo tempo tentam de expressar (e sim expressam, muitas vezes melhor que as falas correctas).
De alguma maneira a historia parece-se ao realismo fantástico das historias do América do Sol, tais como o Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. Não importa se os panos do outro lado da lagoa existem o não, a nossa capacidade de inventar-os, a capacidade de ser sempre de pensamento aberto, é a o ar fresco que surge deste atitude, faz-nos avançar aos novos espaços.
Embora de dizer que isto és um pensamento colonialista e expansionista, não deve ser necessariamente verdade mas é uma discusao, também é o carácter dos Portugueses. Os jovens nao deviam de esquecer de inventar e sonhar.

